Curva sublime, obra-prima da anatomia,
Tu és a poesia circular,
Um monumento à graça, à harmonia,
Que em cada movimento nos comove
Indo para direita e para a esquerda
De alguma que transita na rua.
Tudo que abunda complica,
Menos bunda, essa dignifica
Redonda, firme, ou leve como o vento,
Cada bunda é um universo singular,
Um convite ao deleite,
Um símbolo de vida,
A eterna paixão nacional
Se alguém cai
Amorteces a queda
Por suas formas naturais
De um belíssimas formas macias
Nas danças, tu balanças com destreza,
Nos passos, tu acompanhas o ritmo,
És farol de beleza e de riqueza,
Abunda, sempre abunda
Pois és o tesouro que encanta o infinito.
Das praias às ruas, tu brilhas,
Uma lua,
Nos trajes que moldam tua forma,
E mesmo nas noites mais sombrias,
Uma estrela,
Tu iluminas, és a norma.
Ó, bunda, és mais que carne e osso,
És expressão de força e sensualidade,
Um elogio ao humano,
Abundante de fantasias,
À diversidade, à eterna vontade.
Que sejamos todos, pois, devotos,
Dessa maravilha que a natureza criou,
Pois em cada bunda, há mil formas,
E em cada um delas, o mundo se reformulou.
A glória abunda,
Glória à bunda,
A bunda da Glória,
Ohhh Glória.
Em todas as suas formas,
Que ela siga inspirando versos e reversos de paixões,
Pois é nas curvas que se escondem as normas,
Das mais profundas, abundantes e belas emoções,
Enquadra os quadris,
E empina o seu ego.
O que abunda,
Desbunda.
Reacties
Een reactie posten