No final de 2001 resolvi fazer botar o pé na estrada e tentar conhecer um herói meu: Millôr Fernandes. Sim, ele mesmo senhoras e senhores. O colunista, filósofo, cartunista, tradutor e jogador de frescobol. Eu sempre quis ser ele e nessa viagem coloquei na minha cabeça que iria conhece-lo. Tracei pessoas e locais. Tudo para acha-lo. Conversei antes com um escritor santista que havia jantado com ele. "Ele é monosilábico. Só estava lá por causa dos textos dele pela editora L&PM", comentou. Não sei se essa história é ou não veridica, porém a minha saga começava pela redação da então recém lançada revista "Bundas", no qual sempre enviava e-mails e sugestões. Nela o chefe de redação era nada mais nada menos que Ziraldo Alves Pinto ou simplesmente Ziraldo. Cheguei ao local. Bem, fui ao Rio de Janeiro de férias e um dos pontos turísticos foi o Ziraldo e depois seria o Millor e , talvez, o Jaguar . Lembro que era uma tarde muito en...
Aventuras e desventuras de um Paulista no Sul da Holanda