“Bem, precisamos de um carro”, foi o que eu disse quando simplesmente percebi que meus dez anos de Holanda foi apenas em cima de uma bicicleta e indo de um lado para o outro sem queimar CO2 pela cidade. Pelo fato de ter sido gerente e dono de uma empresa de “bike-messenger” resolvi levar a proposta a ferro e fogo. Um dia recebi uma brincadeira de um amigo que enviou a evolução da família de uma ciclista. Eram cinco figuras. Tudo começava com o casal, depois um filho, segundo filho. Então aparecia um gato e ai vinha o carro. Nessa brincadeira resolvi voltar a pensar em um automóvel, uma das minhas paixões de infância.. Entrei em contato com uma auto-escola e resolvi iniciar o processo que havia feito aos 20 anos de idade no Brasil. Cheguei a comentar com uns amigos e eles logo me responderam que além de caro haviam muitas regras para decorar. Não me preocupei até o dia que entrei no carro e resolvi encarar o transito holandes. Há alguns anos, numa promo ção via facebook,...
Aventuras e desventuras de um Paulista no Sul da Holanda